segunda-feira, 6 de maio de 2013

I Cenáculo com Maria, participe!


 

Deus Pai juntou todas as águas e chamou-as mar. De igual modo reuniu todas as graças, e chamou-as Maria (São Luís Maria Grignion de Montfort).

 


Queridos Irmãos, Salve Maria!

 

É com imensa alegria que, convidamos você e sua família para participar do I Cenáculo com Maria, que acontecerá no dia 12 de maio de 2013, com pregações e momentos de espiritualidade voltados a Nossa Senhora e os ensinamentos da Igreja sobre essa devoção.

 

O evento acontecerá no CETRECS, e contará com a presença e pregação das Irmãs da Fraternidade O Caminho, do Padre Francidilso e animação com o Ministério de Música do Grupo de Oração Jesus Te Ama.

 

Venha e participe conosco deste momento de Fé e Devoção a Mãe de Deus e nossa Mãe!

 

Organização:


Paróquia de São Simão, Renovação Carismática Católica e Missão: Ave-Maria.


Maiores informações: (89) 9925-2695

segunda-feira, 15 de abril de 2013

A verdade sobre o culto aos Anjos e Santos, veneração a Nossa Senhora e Adoração a Deus


O Católico autentico é aquele que conhece a fundo sua Fé, é aquele que não se deixa levar por falácias sem fundamento e acima de tudo defende sua Igreja


Nossa Senhora, não é mais que Deus, nem mais que Jesus, mas não podemos vê-la como uma mulher qualquer, pois o simples fato de ser mãe do Salvador já a torna uma mulher CHEIA DE GRAÇA, sem falar que desde o inicio do cristianismo, como narra a história e registros autênticos desta época.

 Fragmento de um afresco da catacumba de
Priscila, em Roma, do início do século III
Essa imagem nos mostra que desde os primeiros séculos dos cristãos pintaram e esculpiram imagens de Jesus, de Nossa Senhora, dos Santos e dos Anjos, não para adorá-las, mas para venerá-las. As catacumbas e as igrejas de Roma, dos primeiros séculos são testemunhas disso.

Só para citar um exemplo, podemos mencionar aqui o fragmento de um afresco da catacumba de Priscila, em Roma, do inicio do século III. É a mais antiga imagem da Santíssima Virgem, uma das mais antigas da arte cristã, sobre o mistério da Encarnação do Verbo. Mostra a imagem de um homem que aponta para uma estrela situada acima da Virgem Maria com o Menino Jesus nos braços.

“O culto da religião não se dirige às imagens em si como realidades, mas as considera em seu aspecto próprio de imagens que nos conduzem ao Deus encarnado” São Tomás de Aquino (1225-1274).

E assim, quero concluir afirmando ainda que nenhum ensinamento da Igreja Católica Apostólica Romana vem afirmar que devemos adorar imagens, pelo contrario, a Igreja nos apresenta uma norma no culto, e assim divide-se em três classes, sendo elas:

Culto de Latria (grego: ‘latreuo’, que quer dizer adorar), ou seja, esse é o culto reservado unicamente a Deus;
Culto de Dulia (grego: douleuo, que quer dizer honrar), ou seja, esse culto é direcionado aos anjos e santos;
Culto de Hiperdulia (grego: hyper, acima de; douleuo, honra), ou seja, acima do culto de honra e sem atingir o culto de adoração, onde a Igreja coloca a Virgem Maria nesta posição;

No sentido verbal, adorar (ad orare) significa simplesmente orar ou reverenciar alguém. A Sagrada Escritura usa o termo ‘adorar’ em varias acepções, tanto no sentido douleuo como de latreuo, como veremos textos da “vulgata”, Bíblia Católica original e escrita em latim:

“Tu adorarás o teu Deus” (Mt. 4, 10)
“Abraão, levantando os olhos, viu três varões em pé, junto a ele. Tanto que ele os viu, correu da porta da tenda a recebe-los e prostrando em terra os adorou” Gn. 18, 2).

Eis os dois sentidos bem indicados pela própria Bíblia: adoração suprema, devida só a Deus; adoração de reverencia, devida a outras pessoas.

A adoração é, eminentemente, um ato interior do homem, que pode se manifestar de formas variadas, conforme as circunstancias e as disposições de alma de cada um.

Os atos exteriores - como genuflexão, inclinação, etc -, são classificados tendo em vista o “objeto” a que se destinam. Se é aos santos que se preta inclinação, é claro que se trata de um culto de dulia. Se é a Deus, o culto é de latria.

Alias, a inclinação pode ser até um ato de agressão, como no caso dos soldados de Pilatos que, zombando de Nosso Senhor “lhe cuspiram o rosto e, prostrando-se de joelhos, o adoraram” conforme nos narra Marcos 15, 19.

Fontes de pesquisas:
Professor Felipe Aquino
arquidiocesedecampogrande.org.br
Catecismo da Igreja Católica


sábado, 23 de fevereiro de 2013

Ubi Petrus ibi Ecclesia

O Vigário de Cristo é lembrado de um modo mais especial no dia 22 de Fevereiro pelo orbe católico, por ocasião da festa da Cátedra de São Pedro. Esta celebração teve início no século IV, como sinal de unidade fundada sobre o príncipe dos apóstolos por Nosso Senhor Jesus Cristo (Mt. 16,19).

Mas, qual o motivo de se celebrar uma cátedra? O que ela significa? Não parece mais apropriado homenagear a pessoa do papa à sua cadeira? Contudo, é mais grandioso e submisso celebrar a festa da Cátedra de São Pedro porque se celebra a autoridade do papado, e este enquanto tendo uma cátedra infalível que se dirige ao mundo inteiro. Pois, nos diz Santo Ambrósio: “Onde está Pedro está a Igreja”.[1]

Até onde chega essa autoridade? Assim afirma Dr. Plinio: “O Papa é o ponto de atração de todas as inteligências e de todos os corações. Sua Majestade, sublime e excelsa entre todas, supera o humano e atinge o divino. Por isso não se poderia imaginar um homem com tal poder, cair em erro, em matéria de fé e moral. Então, é dada ao Papa a graça única da Infalibilidade, por onde ele não consegue cair em erro”.[2]

Ora, de tal maneira a Igreja Católica está vincada à Cátedra de São Pedro que onde não há a aprovação do Papa não há Catolicidade. O verdadeiro fiel sabe que o Papa resume e compendia em si toda a Igreja Católica [...]. Porque tudo quanto há na Igreja de santidade, de autoridade, de virtude sobrenatural, tudo isto, mas absolutamente tudo sem exceção, nem condição, nem restrição está subordinado, condicionado, dependente da união à Cátedra de São Pedro. As instituições mais sagradas, as obras mais veneráveis, as tradições mais santas, as pessoas mais conspícuas, tudo enfim que mais genuína e altamente possa exprimir o Catolicismo e ornar a Igreja de Deus, tudo isto se torna nulo, maldito, estéril, digno do fogo eterno, e da ira de Deus, se separado do Romano Pontífice. [...] para nós, entre o Papa e Jesus Cristo não há diferença. Tudo que diga respeito ao Papa diz respeito direta, íntima e indissoluvelmente a Jesus Cristo.”[3]

Portanto, a festa da Cátedra de São Pedro é de suma importância para toda a Igreja, e nos mostra o quanto a pessoa do Papa é o elo entre o céu e a terra. E aqueles que não o seguem em sua bondade paternal, desviam-se dos princípios evangélicos, se afastando do caminho da salvação.

Agradeçamos a Nosso Senhor Jesus Cristo a instituição desta cátedra infalível, que é propriamente a coluna do mundo, porque se não houvesse infalibilidade, o mundo estaria perdido.

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[1] SANTO AMBRÓSIO, in: ROHRBACHER, vida dos Santos. Vol. II, São Paulo: ed. das Américas,1959.

[2] CORRÊA DE OLIVEIRA, Plinio. Legionário, Março,1942.

[3] Idem.1944.

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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Os religiosos devem cuidar mais do carisma que das obras


Um momento de transformação, renovação e retorno às origens. Assim descreve a situação atual da vida religiosa o Cardeal João Braz de Aviz, Prefeito da Congregação para a Vida Consagrada, em palavras ditas a propósito do dia Mundial da Vida Consagrada.
Ele afirmou que enquanto na Asia, África e América Latina existe a necessidade de confirmar se todas as vocações que surgem são de boa fé; na Europa, Estados Unidos, Canadá e Austrália é necessário um empenho para voltar aos ensinamentos dos fundadores e reforçar a vida comunitária ainda que isso suponha diminuir o número.
Para o Cardeal, “O mais importante não são as obras. Mesmo que elas se desenvolvam muito, as obras são fruto de um carisma. Temos que estudar se trabalhando em tantas obras o carisma permanece. Porque, se o carisma não se mantém, as obras morrerão. É melhor diminuir as obras e que o carisma seja mantido. Ou seja, voltar à mensagem fundamental dos fundadores enfocada no Evangelho”.
O cardeal explica a importância de voltar às raízes e mostra que na história houve casos de congregações que tinham um só membro vivendo autenticamente sua missão e depois voltaram a ter 3.000 membros.
“Se não se tem como centro a graça pela qual nasceu a congregação, o carisma morrerá, se não se cuidar disso”, disse Dom João de Aviz.
Outro desafio apontado pelo cardeal foram as relações entre as Ordens Religiosas. É necessário que exista uma maior comunhão entre elas, disse.
O Prefeito da Congregação para a Vida Consagrada mostrou que “Na Igreja temos que aprender a ajudar nos. Se um carisma sofre, necessita de outro que está em uma boa situação que possa ajudar. Porém, em todos os sentidos: economicamente, na formação, nas vocações. Quantas coisas pode-se fazer juntos para ajudar-nos Às vezes estamos demasiados ilhados e isto nos traz dano!”.
Dom João Braz de Aviz disse ser mais importante a autenticidade da missão que o número de membros ou instituições. O Cardeal vê sinais de esperança ainda que haja muito trabalho para ser feito.